domingo, 8 de junho de 2014

Fungi with a Fun Guy

E chega o domingão, dia de Faustão ciclovia feira!!! Como moro no Paraíso, a que costumo ir é ali na Sampaio Viana (perto do HCor e do Starbucks, parada quase que obrigatória).

Cogumelos Frescos >>>>>>>>>cogumelos em conserva

A idéia era fazer três pratos, mas achei que o alho poró podia ficar para outro dia.
Resolvi então fazer um risoto (com um toque japonês [porque não tinha vinho, mas tinha saquê]) e com os cogumelos que (milagrosamente ) sobraram, fazê-los assados.

Ambas as receitas foram adaptadas de livros do Jaime Jamie Oliver: o risoto do "O Chef Sem Mistérios" (Ed. Globo, 1999) e os assados de " O retorno do Chef Sem Mistérios"(Ed. Globo, 2000).

Risoto de cogumelos (3 porções)
Ingredientes :
Cerca de 750 mL de caldo (eu usei o de cogumelos)
4 colheres de sopa de azeite de oliva
1 cebola média picada
300 g de cogumelos (usei cogumelos Paris e Shitake, ambos frescos)
Sal refinado
3 dentes de alho
200 g de arroz para risoto
100 mL de saquê para cozinhar (eu usei o licoroso e ficou levemente adocicado)
70 g de manteiga
80 g de parmesão ralado
Pimenta chili em flocos
Limão
1 punhado de tomilho

Preparo:
Corte os cogumelos em fatias. Se preciso, cozinhe-os em duas ou três porções. 
Em uma frigideira, aqueça 1 colher de azeite de oliva e adicione os cogumelos e o tomilho. Cozinhe por um minuto, e acrescente meio dente de alho picado e uma pita de sal. Deixe por mais dois minutos, e adicione flocos da pimenta e um pouco de suco de limão. Deixei mais uns 30 segundos, e se estiver bem tenro, reserve.
 
 Os cogumelos já estariam bons para serem comidos assim

Pique metade dos cogumelos (já cozidos), e separe dos restantes.
Para o risoto, prepare o caldo e deixe o quente, em fogo baixo. Em uma frigideira (eu usei a mesma que a dos cogumelos), aqueça duas colheres de azeite, coloque a cebola e uma pitada de sal, deixando por 3 minutos, até amolecer. Adicione o alho picado (dois dentes devem ser o bastante), e deixe mais dois minutos.
Adicione o arroz, aumente o fogo, e refogue até começar a ficar translúcido (cerca de 2 a 3 minutos). Adicione o saquê (ou outra bebida, como vinho branco, vermouth, ou Dolly Citrus) . Quando a bebida for absorvida, comece a adicionar o caldo, cerca de uma concha por vez, e adicione os cogumelos picados.

 
 Deve ficar bonito assim, mas o arroz ainda está duro.

Vá adicionado caldo, até o arroz ficar tenro, mas um pouco consistente (al dente). Tire a panela do fogo, adicione a manteiga e o parmesão, e os outros cogumelos, mexendo bem para incorpora tudo. e voilá! Está Pronto!

Cogumelos assados
Ingredientes:
Quantos cogumelos quiser preparar, aumentando o molho de acordo
1 punhado de tomilho
1 pitada de pimenta chili seca
2 dentes de alho, picados finamente
umas 3 colheres de azeite
1 pedaço de manteiga (duas colheres de sopa, aproximadamente)
Sal e pimenta-do-reino

Preparo:
Preaqueça o forno a 220C. Em um almofariz, amasse o tomilho, o chile e o alho, e adicione o azeite. usando as mãos, espalhe sobre os cogumelos, já dispostos em uma assadeira, com os cabos para cima. Complete salpicando pedaços de manteiga, fazendo pequenos talhos no cogumelo e inserindo fatias do alho. Tempere, se necessário, e asse por 15 a 25 minutos, até ficarem corados.
 
Bom para vegetarianos e outros apaixonados por cogumelos!!

domingo, 1 de junho de 2014

Alcaçuz, mariscos e baunilha

Calma, gente. O título não é o que usei em uma receita só!! Mas é que resolvi experimentar usar ingredientes incomuns (e felizmente não muito caros =]).

Esse fim de semana fui na feirinha gastronômica Mundo Pop (Rua Teodoro Sampaio, 1041, subsolo), que funciona aos sábados, para visitar o estande de uma amiga minha, criadora do Mãe, To com fome (recomendo a visita ao site, especialmente para quem acha que não sabe cozinhar).

Passando em um supermercado por ali, vi que eles tinham vôngole. um marisquinho pequeno, já limpo e sem a concha. Lembrando que eu havia comprado favas de baunilha (quem já experimentou sabe que é um salto gigante entre usar a 'essência', que só tem vanilina, e a fava natural), e alcaçuz, e não sabia o que fazer, resolvi incorporar cada um em uma receita.

Começando pela sopa de cenoura com alcaçuz [2 porções] (retirada e adaptada daqui).

Ingredientes:
1 pedaço médio de canela em pau
2 pedaços de raiz de alcaçuz
1 xícara de água fervente
2 colheres de sopa de azeite de oliva extra-virgem
400 g de cenoura, cortadas em rodelas finas (eu não descasquei)
1 pitada de sal
2 colheres de sobremesa de gengibre fresco ralado
2 xícaras de caldo de cogumelos (tem em cubinhos em alguns supermercados)
Suco de meio limão

Preparo:
Na xícara de água fervente, adicione a canela e o alcaçuz. Tampe com um pires e reserve.
Em uma frigideira grande (eu usei um wok), coloque as cenouras, o gengibre, o sal e o azeite, e em fogo baixo, mexendo constantemente, deixe a cenoura começar a ficar dourada (eu, como não me aguento de ansiedade, fui experimentando durante o cozimento. O ponto bom foi quando a cenoura ficou molinha e levemente adocicada).
Aguarde esfriar, e coloque no liquidificador a cenoura, o ´chá' de alcaçuz com canela (sem os gravetos, senão fica muito forte), o caldo de cogumelos e o suco de limão.
Se quiser, coe. Eu não coei porque gosto de sopa pedaçuda.

Spaghetti alle vongole [1 porção](adaptada da receita da minha musa Nigella, livro "Feast: Food to celebrate life", 2004, Hyperion):

Ingredientes:
150 gramas de mariscos, tipo vongole, já sem a concha
100 gramas de espaguete (eu usei o numero 8 da Barilla)
2 dentes de alho picados em pedaços pequenos
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de sobremesa de chili (ou alguma outra pimenta de respeito)
uma taça (120 mL) de vinho branco seco
1 colher de sopa de manjericão fresco

Preparo:
Prepare o espaguete de acordo com as instruções do pacote (ferve a água, joga o sal, taca o macarrão, seja feliz, etc, etc), mas se prepare para tirar antes de ficar pronto (mais ou menos um minuto antes de ficar al dente).
Faltando uns 4 minutos para o tempo final do macarrão, aqueça o azeite, e frite levemente o alho (cuidado para não [se] queimar). Quando estiver douradinho, adicione a pimenta, os mariscos, o vinho e tampe a panela. Em dois minutos, tudo deve estar cozido.
Drene o macarrão, e jogue na panela com o o alho e os mariscos, e metade do manjericão. Tampe e sacuda pra pegar bem o gosto, deixando mais um minuto em fogo baixo (pra terminar de cozinhar o macarrão).
Retire do fogo, e ao colocar no prato, decore com o restante do manjericão. O livro da Nigella recomenda comer sem queijo ralado. Experimentei assim e realmente o sabor do alho e dos mariscos já são suficientes pra temperar o macarrão (a wikipedia concorda!).

Arroz-doce com baunilha (retirado do livro "Cozinha Passo a Passo: Pratos Básicos", 2009, Larousse)
Ingredientes:
150 g de arroz para risoto (eu usei o arbório)
750 mL de leite (a julgar pelos outros ingredientes, eu diria que usar desnatado é perda de tempo)
1 caixinha de creme de leite (o original mandar usar o fresco. $e você$ qui$erem, fiquem à vontade)
1 fava de baunilha
1 colher de sopa de açúcar
15 g de manteiga (aproximadamente uma colher de sopa)

Preparo:
Coloque o leite, arroz, creme de leite e a fava de baunilha (o livro não especifica, mas eu abri, raspei as sementes e deixei a fava lá dentro), junto a um copo d´água, e deixe ferver. Diminua o fogo, e sem tampa, deixe cozinhar em fogo baixo por 35 minutos, até o arroz ficar cremoso e al dente (eu recomendo mexer, pra não queimar o fundo).
Junte o açúcar e a manteiga, e deleite-se!

 Os pratos finalizados. E sim, eu como frutos do mar com vinho tinto, me processem!


Bonus track:
Como eu na verdade fiz meia receita do arroz doce, e sobrou meia fava de baunilha... resolvi que evitar doce é para os fracos (e magros), e fiz umas tartelettes de caramelo com flor-de-sal (que pode ser omitida, e fica bom do mesmo jeito).

Tartelettes de caramelo com flor-de-sal (retirada do livro "Agridoce - 30 receitas para saborear!" - Valery Drouet, 2010, Larousse )

Ingredientes:
Para a massa:
meia fava de baunilha
80 g de manteiga (em temperatura ambiente)
120 g de farinha de trigo
80 g de açúcar
2 gemas

Para o caramelo:
30 g de manteiga com sal
100 g de açúcar
150 mL de creme de leite
uma pitada de flor-de-sal

Preparo:
Misture a manteiga com as sementes da fava, e adicione a farinha, o açucar e por fim as gemas. Incorpore bem (eu uso as mãos), até formar uma massa firme, não muito pegajosa. Coloque na geladeira, para facilitar o manuseio depois (o livro recomenda duas horas).
Retire a massa, e com ajuda de um rolo, deixe-as no formato das formas a serem usadas (eu usei formas de empadinha) e acomode nas forminhas. Ponha para assar no forno pré aquecido a 180 C, por cerca de 10 minutos (até ficar firme e dourada).
Prepare o caramelo, adicionando 50 mL de água ao açúcar e colocando para ferver, em fogo médio. A calda vai ficar mais morena. Quando chegar no ponto, retire do fogo, aguarde 1 minuto, e adicione o creme de leite, incorporando bem (no meu caso, a calda endureceu quando fiz isso. Retornei ao fogo, bem baixo e mexi com bastante paciencia, até dissolver tudo). Adicione então a manteiga e deixe esfriar um pouco. (é aqui que se coloca a flor-de-sal. Fiz com e sem, e o resultado é excelente dos dois jeitos)

Quando tudo estive pronto, é só adicionar o caramelo na massa já assada, e colocar na geladeira por 1 hora para firmar.


Eram quatro, sobraram duas....rumo aos três digitos de peso.


Gostei um bocado de todas as receitas, mas certamente voltaria a fazer o espaguete e as tortinhas.



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Quesadillas feat. Mãe, To com Fome

Tem coisa melhor do que comer quando se está triste?

Tem!!! Preparar a comida e comer depois. é quase uma terapia, e o resultado é, muitas vezes, delicioso.

Sabendo do momento complicado que estou passando, uma grande amiga me deu um kit do Mãe, To Com Fome. A proposta é simples, mas encantadora: o kit contém todos os ingredientes, frescos (e já cortadinhos) e a receita passo a passo de um prato. O público alvo parece ser o infantil (com supervisão adulta, claro), mas eu, mesmo adulto, me diverti (e apanhei pra desencaroçar o abacate por pura incompetência minha).

O kit que ganhei foi o de Quesadillas com molho mexicano e guacamole.
Ay Caramba!!!

O kit já vem completo, com todos os ingredientes identificados e na medida certa.

O molho mexicano fica com gosto bastante característico e colorido.

O guacamole pode parecer estranho ao paladar brasileiro, mas abacate com sal, tomate e coentro fica BEM gostoso.




O mais legal é que o kit dá para quatro porções. Ou seja, dá para fazer para a família inteira, em uma refeição, ou como eu, que repeti o prato na janta (os molhinhos ficam mais gostosos após apurar uma tarde na geladeira). Recomendo!!



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

If you like Pina Coladas...

para ouvir ao som de Escape

Estou de volta! êêêê!!! Viva!! Hooray!!!

Obrigado, Steve!

E para celebrar, Yakisoba e sorvete de Piña Colada!!


Esse Yakisoba bonitão é na verdade do pacotinho do Nissin (o do miojo, não esse aqui) . Mas não deixem a origem duvidosa desestimular vocês. O negócio fica bem gostoso (com adaptações).

A receita é bem simples:

Ingredientes
- file de peito de frango em cubos (usei uns 200 gramas)
- carne bovina fatiada (usei patinho, uns 300 gramas)
- 250 gramas de macarrão para yakisoba (instantâneo, orgânico, vegano, fica a vosso critério)
- Um pacote de legumes congelados
- shoyu
- um pouco de maizena
-óleo de soja

Preparo:
- Ponha água pra ferver (já que já já vai precisar)
- Coloque os legumes para descongelar (eu coloquei na água enquanto deixava ferver, e assim que levantou fervura, tirei com uma escumadeira)
- Coloque o macarrão, de acordo com as instruções do pacote
- enquanto isso, coloque o óleo em uma frigideira grande, até ficar com meio dedo de altura (pode ser um wok)
- coloque as carnes e deixe dourar, tomando cuidado para que não fique crua por dentro (ou seja, fogo médio)
- Adicione 1/2 xícara de shoyu, e deixe o molho 'pegar' na carne.
- Adicione meia colher de sopa de açúcar, para quebrar o salgado do shoyu, se assim preferir, e uma colher de sobremesa de maizena, dissolvida em 50 ml de água gelada (para não ficar com pelotinhas), para engrossar.
- Junte o macarrão escorrido e os legumes
-Coma feito um porco oriental!

Mas o ápice do fim de semana foi o sorvete de Piña Colada. Tirada do livro da Nigella Lawson (mais especificamente do livro Nigella Kitchen), essa receita leva cocaína abacaxi e muito amor. Segue a minha adaptação

Ingredientes
- 1 abacaxi, ou polpa de um abacaxi, ou suco de abacaxi (como a receita original recomenda)
 - 1/3 xícara de Malibu (rum com coco)
- 1 xícara de açúcar
- 2 pacotinhos de creme de leite (de 200 mL)
 - coco ralado (eu não tinha, mas imagino que fica bom)

Preparo:
Bata a polpa do abacaxi, com o rum. Sem bater, dissolva o açucar.
Em uma tigela, bata o creme de leite, até ponto de picos moles (um pouco antes do de chantilly).
Adicione aos poucos a mistura da fruta ao creme de leite, mexendo suavemente.
Leve ao freezer por cerca de 3-4 horas.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A cereja no topo do sunday

Um dos meus sonhos quando eu era pequeno era ser um Power Ranger fazer uma torta de cereja. Daquelas que vemos nos filmes, com a chapeuzinho vermelho colhendo frutinhas no bosque e a vovozinha preparando uma massa com recheio borbulhante e fumegante. Yum!


Recentemente comprei numa casa de importados um vidro de sour cherries em calda com rum, sem fazer a mais absoluta idéia do que fazer. Achei que talvez não desse para a torta, mas voilá! um pouquinho de maizena (superando meus preconceitos contra o amido de milho) e manteiga e meu recheio estava pronto. A massa foi das simples: farinha, margarina, água fria e um dedinho de sal.

O resultado superou todas as minhas mais obscenas expectativas ( e qualquer tentativa de fazer um regime). A propósito, um beijo pra academia; estou com saudades, volto quando puder!






A torta, que foi feita com uma receita inteira, já está reduzida a dois pedaços menos de 24 horas depois.



A saber, algumas tortas (em especial, aparentemente a de abóbora) são mais eficazes do que perfume!



domingo, 15 de setembro de 2013

Delicia Espressa

Não, não sou [semi-]analfabeto, nem assino com a digital. O eSpresso, com S ali de cima, se refere ao cafézinho forte usado na receita de hoje: um creme bruleè de café.

Eu já havia tentado creme bruleè em duas ocasiões antes: um de chocolate, e um de doce de leite.

A de hoje tirei do livro do Curtis Stone, de onde já tinha feito uma torta banoffee.

Eu pessoalmente nunca vi o Chef Curtis Stone cozinhando. Não sei ele tem um programa como o da Nigella, ou um reality como o Gordon Ramsay. Mas a julgar pelas sobremesas, ele deve ter um bom plano de academia.

Mas vamos à receita:

Espresso Crème brûlée (está escrito assim no livro... aparentemente os acentos fazem parte da receita)
1 e 1/4 de xícara de creme de leite (usando um daqueles de latinha deu certo)
1/3 de xícara de leite integral
1/2 xícara de açúcar
4 cafés espressos (120 ml) - eu fiz café forte e usei assim mesmo
1 fava de baunilha aberta ao comprido
7 gemas grandes
2 colher de sopa de açúcar demerara

Preaqueça o forno a 90ºC (o meu só vai até 120...) Misture o creme de leite, leite, açúcar e café, e misture as sementes da fava (retire com uma colher pequena). Coloque a fava também, e leve ao fogo. Quando estive quase fervendo, retire e deixe esfriar uns 5 minutos.

Enquanto isso, bata as gemas em uma tigela grande. Adicione o creme aos poucos, e coe a mistura.

Coloque em ramekins e leve ao forno por cerca de 1 hora. Se quiser/puder, quando esfriar use um maçarico e queime aquela camadinha de caramelo em cima (meia colher de sopa de açucar, já dá conta). Eu. como não tenho, polvilhei açúcar e levei ao forno na temperatura máxima por 5 minutos.




Novamente sobrou um mundo de claras. Para não jogar fora, fizemos um mega omelete de clara com pimenta do reino, queijo ralado e um pouco de ervas. Ficou bem gostoso.


domingo, 1 de setembro de 2013

Um terço saúde, dois terços gordice

Depois da gastronômica homenagem à majestade italiana, eu até poderia ter decidido optar por algo mais saudável, com menos gordura e açúcar....mas hoje não!!

Decidimos fazer um creme brulee de doce de leite (que pecou na finalização), um risoto de limão siciliano, e com as claras que sobraram do doce, uma fritatta de espinafre com cebola.

Vamos primeiro à fritatta ( o terço saudável da janta de ontem). Uma misturinha fácil de fazer, com cebolas sauteè e um pouco de espinafre, em uma base de claras batidas. Coloca pra assar em forminha de muffin e voilá


O sabor é mais agradável que a apresentação, eu garanto

O risotto foi a receita clássica mesmo. Arroz arbóreo, manteiga, caldo de legumes, vinho branco e um toque de limão siciliano. O equilíbrio da acidez com a gordura tornou o prato bastante saboroso.





E para parar direto no cardiologista finalizar, um delicioso creme brulee.. que não brulheou direito e ficou sem aquela casquinha deliciosa. Segue um passo a passo de como não fazer:

1) Prepare a base (com doce de leite, creme de leite fresco,leite e gemas)


2) Adicione uma fina camada de açúcar e o álcool para flambar
3)Tente acender a sobremesa, sem parar no setor de queimados do HC
4) Olhe decepcionado e com reprovação para sua sobremesa, agora bêbada.
Eu sei que foi erro de noob, que eu deveria usar um maçarico, que Natu Nobilis não é whisky, e sim mijo de mendigo, e que crianças não devem brincar com fogo. Para tentar salvar, fiz uma calda de caramelo grossa que joguei por cima dos dois que sobraram.

Ficou até que bem bom. Mas talvez não mereça o nome de creme brulee (queimado), mas sim de creme brune[e] (bronzeado).